OS EFEITOS DA INFLAÇÃO NA PREVIDÊNCIA PRIVADA

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Maísa Serra’ especialista em previdência privada há mais de 15 anos’ informa que para ter uma aposentadoria satisfatória deve-se começar a poupar mais cedo e sair do mercado de trabalho mais tarde. Tendência é que juros cheguem a 3%’ reduzindo assim a reserva e renda.

A inflação’ problema que os brasileiros pensaram ter sido resolvido’ volta a assombrar. Podemos ver os efeitos diretamente no comércio’ com o aumento nos itens de alimentação (feijão’ manga’ tomate e outros) na média de 15%. Já na rentabilidade’ especificamente na Previdência Privada’ a consequência atinge o tempo de investimento necessário para se conquistar uma aposentadoria estável e manter padrão de vida. O que exige ainda mais planejamento e informação’ por parte do investidor. 

Segundo Maísa Serra’ diretora do Vida Livre Seguros e profissional com mais de 15 anos especializada em Previdência Privada’ revela que “o segredo para ser menos afetado pelo descontrole econômico do país é ter um corretor de confiança’ que esteja atento as mudanças para reavaliar seu projeto – opção de investimento – e readequá-lo à realidade”. 

Sobre os efeitos da inflação’ a especialista revela. “A inflação não é interessante para ninguém’ mas para os fundos de previdência ela impacta ainda mais. As taxas de juros estão cada vez menores’ deve-se considerar então que os fundos de previdência rentabilizam na mesma proporção’ ou seja’ estão em ritmo reduzido. Por isso’ é importante reavaliarmos os seguros e previdências que contratamos’ já que nossas necessidades e capacidade de poupança mudam no decorrer de nossa vida”’ revela. 

Maísa deixa como exemplo’ o caso de uma pessoa de 30 anos. “A pessoa inicia com investimento mensal de R$ 150′ quando solteira e tem uma renda de R$ 3.000’00. Depois de cinco anos’ ela já está casada’ com um filho e ganhando R$ 5.000’00’ mas não reavalia seu plano de previdência. O que acontece? Suas necessidades mudaram e sua capacidade de poupança também. Ou seja’ ela precisa adequar seu perfil a sua atual necessidade’ garantindo estabilidade futura e acompanhando seu padrão de vida”. 

Para finalizar’ Maísa deixa a dica. “É necessário reavaliar seus investimentos a cada três anos’ pelo menos’ seguindo cenários econômico e social. Em pouco tempo a economia do país pode mudar ou até seus planos. Por isso’ manter sua previdência atualizada é o primeiro passo para garantir um futuro estável”.

 

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