USO DA TELEMÁTICA MELHORARÁ GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS SEGURADORAS

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A telemática promete ser uma aliada importante para diluir riscos das apólices de automóvel e de saúde. E será uma ferramenta mais racional’ porque as seguradoras não querem necessariamente coletar gigabytes de dados’ mas apenas saber o risco que assumem quando seus clientes estão a bordo do carro. Ou’ no caso de saúde’ as medidas que devem adotar’ em caráter emergencial’ para socorrer seus segurados. Esta foi a mensagem deixada pelo estrategista sênior da Zurich Global’ James Moffatt’ ao participar do 7º Insurance Service Meeting’ encontro anual realizado pela Cnseg para discutir a interface entre as tecnologias e o mercado segurador.

O custo ainda é o divisor de água’ mas as perspectivas de redução dos preços das tecnologias que permitem o monitoramento à distância geram um quadro animador. Isso porque tais dispositivos acenam com a possibilidade de gerenciar em tempo real os riscos assumidos.

Os benefícios da telemática são óbvios. No caso de automóvel’ esses sensores de monitoramento podem aumentar a segurança do condutor e reduzir acidentes’ permitindo que o seguro seja desenhado sob medida para o segurado. Para ele’ tanto pessoas físicas quanto jurídicas vão usar a telemática para aumentar sua segurança. A expansão da telemática’ que consta de uma das diretrizes da União Europeia’ é tida como um pilar fundamental para reduzir pela metade as mortes nas estradas em 2020 e eliminá-las em 2050′ informa ele. Na União Europeia’ todos os carros fabricados a partir de 2015 terão de ter dispositivos de telemática.

Apresentador do painel “Captura de Dados à Distância – Telemática”’ ele destacou que a frota de veículos com dispositivos de telemática no mundo- foram 15 milhões em 2012- dará saltos nos próximos anos. Em 2015′ quando se tornar obrigatório o uso de ferramenta de telemática nos automóveis produzidos na UE’ a frota mundial saltará para 55 milhões’ chegando a 600 milhões em 2025. O Brasil fará parte desse time’ porque a tecnologia de tais dispositivos tende a cair.

Na área de saúde’ a telemática também promete modificar a forma de atendimento e o relacionamento do paciente com o médico. “Já existem equipamentos que monitoram batimentos cardíacos’ pressão’ etc. Esses dispositivos ficarão por toda a parte. Uma consulta básica’ no médico’ por exemplo’ poderá ser feita remotamente. Grupos como a CNseg podem desenvolver padrões comuns para ajudar pessoas a entenderem a sua saúde”’ diz Moffatt’ da Zurich.

 

CNseg

 

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