CCS-SP empossa diretoria e celebra cinquentenário

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A noite de 18 de outubro foi especial para o Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP), que comemorou os seus 50 anos e empossou nova diretoria para a gestão 2022/2024 em um jantar no requintado Espaço Immensitá, na zona norte da capital. Com a presença de associados, convidados e autoridades do setor, a celebração do aniversário teve direito a bolo, música ao vivo e homenagem aos ex-mentores da entidade.

O novo mentor Álvaro Fonseca lembrou-se de que há exatos 20 anos se tornava associado do CCS-SP ao lado de seus padrinhos, os ex-mentores Cesar Bertacini e Alexandre Camillo, este último atual superintendente da Susep. “Naquela oportunidade, não tinha ideia de que a adesão ao Clube iria mudar a minha vida profissional. Aqui, criei e fortaleci relacionamentos; a convivência com esses excelentes profissionais me fez crescer”, disse.

Fonseca destacou, ainda, a sua passagem pela mentoria do Clube dos Corretores de Seguros de Osasco e Região (CCS-OR), por três gestões, e a sua atuação na diretoria do Sincor-SP, desde 2014 até recentemente, quando se afastou para concorrer à eleição no CCS-SP. “O Clube, dentre outras coisas, é uma primorosa escola de lideranças, da qual sou fruto”, ressaltou.

Os 50 anos do CCS-SP

O passado histórico do CCS-SP foi mencionado pelo mentor, que fez questão de exaltar o nobre propósito de criação da entidade, durante o regime militar. “O Clube surgiu como um ato de luta da categoria, em um momento em que os sindicatos não podiam se reunir. Por muitos anos, o Clube exerceu com brilhantismo o seu papel. A Fenacor foi criada dentro do CCS-SP”, disse, acrescentando que surgiram outras entidades inspiradas no Clube.

Hoje, analisando esse passado, ele avalia que o Clube conquistou cada vez mais importância, tornando-se conhecido como um celeiro de lideranças. Além dos ex-mentores Boris Ber, atual presidente do Sincor-SP, e de Alexandre Camillo, atual titular da Susep, ele elencou os associados que exercem cargos de liderança, dentre eles o presidente interino da Fenacor, Manuel Matos.

Planos

Fonseca divulgou, em primeira mão, o lançamento, no próximo ano, de um livro sobre os 50 anos do CCS-SP. Ele afirmou que a diretoria está ciente da responsabilidade de manter o trabalho com a mesma competência das gestões anteriores. “Temos de inovar, sem perder a tradição, trazendo novos corretores para aprenderem com a experiência dos que estão aqui”, disse.

Outra meta da atual gestão é aumentar a participação feminina no quadro associativo. Um levantamento da Escola de Negócios e Seguros (ENS), mostra que as mulheres já representam 54% da força de trabalho do setor. “Precisamos ter essas competências ao nosso lado”, disse, acrescentando que a nova gestão também deseja modernizar a entidade para torná-la mais eficiente.

Na transmissão de cargo, ao receber do seu antecessor o timão, símbolo do CCS-SP, Fonseca agradeceu o trabalho desenvolvido pelo ex-mentor Evaldir Barboza de Paula e sua diretoria, sobretudo durante a pandemia. “Apesar das dificuldades, eles conseguiram manter o Clube operante”, disse. O ex-mentor Evaldir Barboza, que permaneceu quase uma década na diretoria da entidade, exercendo vários cargos, listou uma série de agradecimentos, dos investidores aos funcionários, desejando sucesso ao novo mentor.

Momento de homenagem

Coube ao novo secretário Marco Antonio Cabral homenagear não apenas os 25 corretores de seguros fundadores do CCS-SP, como também os 20 mentores desde a fundação. “O momento é de homenagem a aqueles profissionais que vislumbraram um mercado segurador mais justo e competitivo”, disse. Ele também lembrou do passado de lutas da entidade em defesa da profissão, em diversas fases de sua trajetória.

O presidente do Sindseg-SP, entidade apoiadora do evento, manifestou saudosismo ao ver no telão as fotos dos ex-mentores, concluindo que todos construíram uma bonita história. De sua parte, disse que também espera ser lembrado no futuro pelas realizações e que, até o momento, cresceu profissionalmente e fez mais amigos. Ele desejou sucesso ao novo mentor. “Parabéns, espero que daqui a 50 anos outros estejam aqui comemorando”.

O Sincor-SP, que também apoiou o evento, foi representado pelo presidente Boris Ber, ex-mentor do CCS-SP, que reconheceu a importância desta experiência. “O Clube me deu oportunidade, conhecimento e coragem para ser presidente do Sincor-SP. Foram dois anos que me encheram de orgulho”, disse. Em seguida, elogiou o novo mentor. “Um batalhador e amigo de todas as horas. Desejo sucesso, porque na sua capacidade eu confio plenamente”, disse.

Manuel Matos, presidente interino da Fenacor, apoiadora do evento, classificou a noite como “iluminada”, não apenas pelo aniversário e posse de diretoria, mas também por outro acontecimento. “Hoje, no Ministério da Economia, demos a partida para a criação da Infraestrutura Brasileira de Proteção de Riscos, formada corretores e entidades”, afirmou. Ele desejou sucesso ao novo mentor e prometeu o apoio da Fenacor. “Participem do Clube, militem, porque este é um celeiro de grandes ideias”, disse.

No encerramento do jantar, foi servido bolo de aniversário aos convidados. O mentor Fonseca aproveitou para agradecer aos patrocinadores Bradesco Seguros, Ituran, MAG Seguros, Porto, Sompo e Tokio Marine, convidando a todos para o próximo almoço. “Reservem o dia 8 de novembro nas suas agendas, quando receberemos o superintendente da Susep, Alexandre Camillo”, ressaltou.

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