Impactos e desafios da LGPD no mercado de seguros

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A Lei Geral de Proteção dos Dados (LGPD) tem sido um dos assuntos mais recorrentes nos últimos meses, seja no mercado de seguros ou quaisquer outros setores da economia que lidem com a posse de dados pessoais. 

Sancionada no mês de agosto de 2018 pelo então presidente Michel Temer, a lei dá dois anos para que todas as empresas do Brasil, incluindo multinacionais com sede no país, façam as mudanças necessárias para se adequarem às suas exigências.

Seu objetivo principal é regulamentar o tratamento das informações, sejam de clientes ou usuários, de empresas públicas ou privadas. Qualquer coleta, armazenamento ou eliminação de dados pessoais, desde um simples endereço de e-mail ou número de CPF, deve ter sua finalidade explícita de antemão.

Outra particularidade que talvez não fique tão clara já que esta é uma legislação moderna e nós estamos acostumados a pensar automaticamente em dados digitais, é que ela será considerada para todos os tipos de posse de informação, inclusive as anotadas em cadernos de recepções, por exemplo.  

Em relação à LGPD no mercado de seguros, ela está sendo direcionada a todas as empresas do ecossistema, desde seguradoras, corretores de seguros e agentes, até mesmo prestadores de serviços. E claro, já tem causado alguns impactos diretos nos processos diários de todos.

A seguir (clique no link abaixo), vamos pontuar um pouco mais sobre as mudanças que o mercado de seguros está sofrendo, os desafios que ainda deverão ser ultrapassados e como as empresas de países do exterior sobreviveram à lei GPDR, muito similar a nossa.

https://ic.insurance.gr1d.io/trends/post/impactos-e-desafios-da-lgpd-no-mercado-de-seguros-98ce245f68

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