IRB Brasil RE lucra R$ 38,8 milhões no primeiro bimestre de 2021

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O IRB Brasil RE informou, em comunicado enviado ao mercado e aos acionistas, que disponibilizou relatório periódico mensal entregue à Superintendência de Seguros Privados (Susep), por meio do Formulário de Informações Periódicas (FIP). Os números, referentes ao mês de fevereiro, confirmam a tendência de melhora de resultados em 2021.

Para melhor entendimento, uma vez que o FIP atende às exigências do plano de contas definido pela Susep, a companhia disponibilizou, em seu site de Relações com Investidores, planilha com os dados financeiros referentes ao mês de fevereiro e ao primeiro bimestre do ano. O material reconcilia as informações apresentadas no FIP com o modelo Visão Negócio, utilizado nas divulgações financeiras da empresa. Ressalta-se que estes dados estão sujeitos a mudanças e não foram auditados. 

Os destaques do mês de fevereiro e do primeiro bimestre de 2021:

Faturamento bruto (prêmio emitido) de R$ 528,6 milhões, uma redução de 12,3% em relação a fevereiro de 2020, sendo R$ 255,8 milhões no Brasil e R$ 272,7 milhões no exterior. Com redução de 5,4% no Brasil em relação a fevereiro de 2020 e redução de 17,9% no exterior. Já no bimestre, o prêmio emitido atingiu o montante de R$ 1.342,2 milhões, crescimento de 9,2% em relação ao mesmo período de 2020, sendo R$ 719,7 milhões no Brasil e R$ 622,5 milhões no exterior, crescimento de 46,7% e redução de 15,7%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2020. A redução no exterior está em linha com a estratégia de re-underwriting adotada pela companhia. 

Faturamento de competência (prêmio ganho) de R$ 537,2 milhões, com uma pequena redução de 1,7% em relação a fevereiro de 2020. Já no bimestre, o prêmio ganho foi de R$ 948,1 milhões com crescimento de 7% em relação ao mesmo período de 2020.

Índice de sinistralidade (despesas de sinistros/prêmio ganho do período) de 70,7% em fevereiro de 2021, equivalente a uma despesa de sinistro de R$ 379,6 milhões. No acumulado dos dois primeiros meses do ano, o índice de sinistralidade foi de 70,6%, equivalente a uma despesa de sinistro de R$ 669,6 milhões, já em linha com a tendência de redução da sinistralidade esperada pela companhia. 

Resultado antes dos impostos positivo em R$ 29,3 milhões, uma melhora em relação a fevereiro de 2020, que apresentou resultado negativo de R$ 8,7 milhões. Já no bimestre, o resultado antes dos impostos foi positivo em R$ 59,3 milhões, comparado a um resultado negativo de R$ 198,9 milhões no mesmo período de 2020.

Lucro líquido de R$ 20,8 milhões ante um lucro líquido em fevereiro de 2020 de R$ 0,7 milhão. No acumulado do bimestre, o lucro líquido acumulado de R$ 38,8 milhões ante um prejuízo líquido no mesmo período de 2020 de R$ 131,3 milhões.

Vale lembrar que no primeiro bimestre de 2020 houve um ganho de capital referente à venda de participação em shoppings centers no montante de R$ 169,4 milhões. Neste período, não foram observados eventos one-offs que mereçam destaque. Os resultados dos negócios continuados e/ou descontinuados somente serão reportados, trimestralmente, quando da publicação das informações trimestrais do IRB.

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