Marcos Kobayashi é aclamado presidente do CVG-SP

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O Clube Vida em Grupo São Paulo (CVG-SP) elegeu por aclamação Marcos Kobayashi (foto) presidente para a gestão 2021/2022, em assembleia virtual, realizada no dia 10 de dezembro. Vice-presidente na última gestão, ele sucederá no cargo Silas Kasahaya, que termina o seu segundo mandato neste mês e em janeiro passa a presidir o Conselho Consultivo.

No seu pronunciamento, Kobayashi agradeceu a participação aos membros de sua diretoria, ressaltando as características comuns de profissionalismo e engajamento no desenvolvimento do seguro de pessoas. “Partindo do alicerce construído por tantos mestres que passaram pelo CVG-SP, nosso compromisso é conduzir a entidade com muita dedicação e responsabilidade, pensando na evolução e crescimento, com uma dose de criatividade necessária para esse tempo diferente”, disse.

Kobayashi contará com 22 membros na diretoria, dos quais oito estreantes. Três novos na diretoria de Relações com o Mercado – Anderson Fabiano Mundim Martins, Carlindo Boaventura Ferreira e Flávio Vasques de Oliveira – e cinco na diretoria de Seguros – Asenate Souza, Israel Angelo dos Santos, Lidiane da Rocha, Luiz Eduardo Dilli Gonçalves e Mauricio de Oliveira Leite. Kobayashi afirmou que deseja exercer a liderança compartilhada. “Todos terão a oportunidade de lançar projetos para o CVG-SP e colocar a sua marca pessoal”, disse.

Kasahaya cumprimentou o novo presidente e reconheceu que, apesar dos desafios, o exercício do cargo é também uma maneira de retribuir ao mercado. “A história do CVG-SP é feita por pessoas como você e muitos que estão aqui. Tenho certeza de que irá conduzir com maestria o trabalho, de acordo com a importância do CVG-SP”, disse. Em seguida, aproveitou a ocasião para agradecer aos colaboradores do CVG-SP, em especial Lucia Gomes, que chamou de “a nossa guerreira”.

Na sequência, ele transmitiu um vídeo com a retrospectiva do ano no CVG-SP, destacando alguns números, como as 50 empresas associadas, os 10 eventos realizados em 2020, a maioria virtual, com a participação interativa de quase 4 mil pessoas, além dos 10 cursos online, com 300 alunos. “Apesar do isolamento social, foi um ano intenso e de muito aprendizado”, disse.

Kasahaya informou sobre a decisão do CVG-SP de não festejar 2020. “Não faz sentido diante de quase 180 mil mortes por covid-19. O momento é de reflexão, de olharmos para dentro. Se houver algo a comemorar, que seja a saúde”, disse. Por fim, ele fez um apelo à diretoria para que se dedique ao engajamento de jovens profissionais. “Precisamos de jovens para continuar a história do CVG-SP por mais 40 anos”.

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