O Dinheiro Seguro fala sobre inovação no setor de seguros

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O Dinheiro Seguro, programa da GRTV, canal voltado para o gerenciamento de riscos, recebeu Fábio Basilone, head de seguros no C6 Bank e João Marcelo dos Santos, advogado do escritório Santos Bevilaqua e presidente da Academia Nacional de Seguros e Previdência – ANSP. Apresentado pelo jornalista especializado em seguros, Paulo Alexandre, o programa também conta com a participação especial do Consultor Econômico, Francisco Galiza.  Nessa sexta edição, o tema abordado foi Inovação no setor de seguros.


Em suas considerações iniciais, Galiza comentou sobre a definição da palavra inovação. “Pelo dicionário, inovação é criar algo novo, trazer novidades, inovar, criar! Hoje, a inovação é fundamental na economia e no mundo que a gente vive. Schumpeter, um dos grandes economistas do século passado, falava que a inovação é o motor do crescimento econômico”, questionou.

Ao ser questionado de como estaria a inovação em termos comerciais na área de seguros, Basilone disse que esse é um ponto muito importante a ser abordado. “Se a gente separar o aspecto comercial em duas partes talvez a gente consiga elucidar melhor a questão. O primeiro ponto desrespeito a como o mercado se comunica com seus clientes, no sentido de levar os produtos a seus clientes. E eu acho que isso tem funcionado muito bem, a ferramenta digital já é uma realidade. O segundo ponto tem mais a ver com ouvir o cliente, o que ele tem de expectativa, o que ele acha o que pode ser feito por ele. Nesse ponto o mercado precisa repensar um pouco mais”, explicou.

Para João Marcelo, a inovação no setor de seguros jurídico tem crescido nos últimos tempos. “Alguns atores não têm muito talento para inovação, os reguladores, por exemplo, ele não é vocacionado para inovar. Ele tem que não atrapalhar a inovação. Os advogados, o mundo do direito, as normas, tem essa mesma regra a ser seguida, tem que não atrapalhar. Eu diria que, juridicamente, do ponto de vista regulatório e legal, ainda tem muito a evoluir, mas já evoluiu muito nos últimos anos. A inovação vem sendo privilegiada, a liberdade para criar produtos vem melhorado muito. O que cabe aos operadores de direito e da regulação é tentar achar os espaços e formatos possíveis para que as pessoas, assim como o Fábio, possam inovar, pensar em soluções diferentes e aplicar”, concluiu. 

Confira:

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