População segurada recebeu R$ 1,2 bilhão em indenizações

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Estudo consolidado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi, com base nos dados da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, mostra que foram pagos R$ 1,2 bilhão em benefícios aos segurados somente em janeiro de 2023, registrando alta de 9,1% em comparação com o mesmo mês do ano anterior. Desse montante, 56% foi pago em seguro de Vida e 17% na modalidade Prestamista.

Quanto ao pagamento de sinistros, o seguro Viagem foi um dos ramos com a maior variação em relação a janeiro de 2022, crescimento de 56,6% fruto da retomada do turismo após um longo período impactado pela pandemia da covid-19. Outros segmentos que também tiveram alta  foram os Dotais (60,1%), Doenças Graves / Terminais (35,7%), Acidentes Pessoas (18,5%) e o Funeral (16,5%), impactando o resultado total do mês.

Setor em crescimento elevado

Foram pagos R$ 4,8 bilhões em prêmios diretos, aumento de 18,9% em relação ao último janeiro, o que reforça o resultado da Pesquisa Fenaprevi encomendada ao Datafolha, de que a população está mais preocupada em se prevenir de momentos adversos e parece estar contratando mais serviços de seguros.

O seguro Viagem se sobressai com elevação de 47,9% nos prêmios. Já o seguro de Vida continua com a maior participação de 46%, e registrou elevação de 16,0% em relação ao mesmo mês do ano passado e mantendo o crescimento elevado desde 2020. Com participação de 30% no total,  o seguro Prestamista cresceu 26,3% na mesma base de comparação.

Comparação Internacional

Em levantamento recente divulgado pela OCDE – Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, é possível comparar o volume de prêmios de seguros de vida em percentual do PIB de 55 países em 2021. Nessa lista, o Brasil ocupa a 43ª posição com 0,6% do PIB de 2021, resultado significativamente abaixo da média dos países da OCDE, que foi de 5,2% do PIB. 

O país líder no mundo foi Luxemburgo, com 35,7% do PIB, seguido por Hong Kong e Singapura, com respectivamente 19,7% do PIB e 11,7% do PIB. Na última colocação ficou o Equador, com 0,02% do PIB.

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