Com a chegada das férias escolares de julho, modalidade ganha espaço no planejamento dos brasileiros. Especialista orienta sobre coberturas, principais riscos e cuidados na contratação
O seguro viagem deve registrar crescimento de 12,2% ao longo deste ano, segundo projeções da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), consolidando-se como um dos segmentos de maior expansão do mercado segurador brasileiro. A expectativa acompanha o avanço dos seguros de pessoas, cuja alta estimada é de 7,4%. O setor como um todo deve crescer 5,7%, alcançando uma arrecadação de R$ 808 bilhões neste ano.
O cenário ganha ainda mais relevância com a chegada das férias escolares de julho, período em que milhares de brasileiros embarcam para destinos nacionais e internacionais. Mais do que um documento exigido para a entrada em alguns países, o seguro-viagem vem sendo incorporado ao planejamento dos viajantes como uma ferramenta de proteção financeira e assistência diante de situações inesperadas durante o deslocamento.
“A conscientização dos viajantes aumentou. Hoje, as pessoas estão muito mais atentas aos custos que um imprevisto pode gerar durante uma viagem. Além disso, alguns países exigem a contratação do seguro como requisito de entrada”, explica Sarah Ferreira, especialista em seguros da Costa & Sampaio.
Imprevistos podem custar caro
Emergências médicas, cancelamentos ou atrasos de voos, extravio de bagagens e perda de documentos estão entre os principais imprevistos enfrentados por quem viaja. Dependendo do destino, esses contratempos podem representar um gasto elevado.
“Em muitos destinos não existe atendimento público gratuito para turistas. Sem seguro, o viajante precisa arcar com despesas médicas, compra de novas passagens e outros custos utilizando a moeda local, o que pode representar um impacto financeiro bastante significativo”, afirma Sarah.
E embora seja frequentemente associado a viagens ao exterior, o seguro viagem também é recomendado para deslocamentos dentro do Brasil. Isso porque muitos planos de saúde possuem cobertura regional e não atendem o segurado fora da área contratada.
“O seguro-viagem nacional oferece despesas médicas e hospitalares quando o plano de saúde não possui cobertura na região visitada, além de traslado médico, assistência farmacêutica e suporte em diversas situações emergenciais”, esclarece a especialista.
Atenção às coberturas
Na hora da contratação, Sarah recomenda avaliar com cautela o que a apólice contempla. Também é importante verificar as exigências do destino escolhido. Além disso, é preciso levar em conta o destino, tempo de permanência e perfil dos viajantes. Idosos, gestantes, pessoas com doenças preexistentes e praticantes de esportes radicais, por exemplo, precisam verificar se essas situações estão contempladas na apólice.
“Um dos erros mais comuns é não observar o valor mínimo de cobertura exigido por alguns países. Na Europa, por exemplo, muitos destinos exigem cobertura mínima de 30 mil euros para despesas médicas”, alerta Sarah Ferreira.
Outra recomendação é contratar o seguro com antecedência, permitindo a emissão da documentação e a conferência das coberturas antes do embarque. Vale ressaltar que o importante é não decidir apenas pelo menor preço, mas pela proteção que o seguro oferece. Cada viagem exige uma cobertura adequada às necessidades do viajante.
Costa & Sampaio
Fundada em 1997, a Costa & Sampaio é uma corretora de seguros, consórcios e planos de saúde de tradição familiar que, há quase três décadas, atua na proteção de patrimônios e na realização de sonhos de pessoas, famílias e empresas. Credenciada à Porto Seguro, a empresa oferece soluções personalizadas em seguros, consórcios de automóveis e imóveis e planos de saúde, sempre com um atendimento próximo, consultivo e transparente.
Localizada no Madrid Open Mall, no Urbanova, em São José dos Campos, a Costa & Sampaio tem como missão orientar seus clientes na tomada de decisões mais seguras e conscientes, construindo relacionamentos duradouros pautados pela confiança, credibilidade e compromisso com o futuro.



