Com o tema “Caminhos, alternativas e soluções”, o Congresso Sul Brasileiro dos Corretores de Seguros – Brasesul, idealizado pelos Sincor’s de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, ocorreu nos dias 19 e 20 de julho em Florianópolis.

Na abertura, Auri Bertelli, presidente do Sincor-SC e anfitrião do encontro, foi o primeiro a subir no palco. Ele falou da satisfação em receber o congresso em solo catarinense. Dividindo o palco com Ricardo Pansera, presidente do Sincor-RS, e José Antonio de Castro, presidente do Sincor-PR, eles ressaltaram a união dos três Estados na realização do evento.

No espaço destinado aos componentes da cerimônia, o presidente licenciado da Fenacor, Armando Vergílio, foi o convidado de honra do congresso. “Lutamos muito para que os sindicatos fizessem eventos regionais grandiosos como este. Sabíamos que aqui, no Sul, há sindicatos atuantes que já faziam bons eventos e isso foi abraçado pela região”, comemorou.

O Brasesul retornou para se consolidar no mercado. Juliana Paes, diretora administrativa representante do Ibracor, entidade autorreguladora dos corretores de seguros, lembrou do resgate desse como um grande acontecimento que já havia sido editado anteriormente.

Rogério Spezia, presidente do Sincato de Seguradoras de Santa Catarina e representante de Marcio Coriolano, presidente da CNseg, destacou o desempenho do mercado, em especial do Sul, que representa 17% do mercado graças ao trabalho realizado pelos corretores da região, e disse esperar que as mudanças e inovações digitais não sejam nunca uma ameaça. “Precisamos reconhecer as mudanças que acontecem ao nosso redor e nos atulizarmos hoje”, aconselhou.

A união proposta pelos presidentes idealizadores do Brasesul esteve presente também no discurso do presidente da Escola Nacional de Seguros e presidente interino da Fenacor, Robert Bittar, que chamou o Brasesul de “ouro no paraíso”, destacando a beleza local tão pertinente para o momento de confraternização.

Bittar também pediu para que todos tenham um instante de reflexão, que entendam o momento do mercado e do país. “Não podemos ser omissos para não compactuarmos com as atitudes daqueles que se aproveitam de nossa omissão para fazer a sua vontade, ainda que não seja uma vontade legítima”, pediu Bittar.

O momento atual pede, de fato, que todos revejam o que está sendo feito em suas vidas como cidadãos e profissionais e o otimismo de Joaquim Mendanha, superintendente da Susep,  reforçou a necessidade de entender que o setor é parte importante desse processo, com união e ideias que levem à conclusão dos objetivos almejados. “Sou muito otimista sobre o futuro do setor. Sou oriundo dessa categoria e conheço o trabalho dos corretores de seguros. Aconteça o que acontecer em inovação, ainda precisaremos da presença das pessoas na distribuição. Vocês são os profissionais preparados para levar a proteção que o segurado precisa”, elogiou a autoridade do setor.

Os presidentes idealizadores do evento retomaram a palavra para encerrar a solenidade, começando por Ricardo Pansera, presidente do Sincor-RS, que celebrou a presença dos corretores que fizeram o congresso e todo mercado de seguros acontecer. Para ele, o fortalecimento da categoria foi o principal foco do encontro que reuniu mais de dois mil profissionais.

A importância do Sul para o mercado de seguros é grande, já que a região é a segunda maior produtora de seguros no País e que continua crescendo mais do que o mercado nacional. “Esperamos que os temas aqui abordados colaborem de forma significativa para o sucesso de cada um de vocês, nesse encontro que mostra o foco no mercado da região Sul do Brasil”, ressaltou Pansera.

José Antonio de Castro, presidente do Sincor-PR, agradeceu a essa força que vende seguro e engrandece o  Sul do Brasil. “Precisamos trabalhar muito e muito mais, necessitamos que nossas lideranças cuidem da gente. Para que a indústria de seguros não passe pelas dificuldades que vimos o país passar”, alertou.

O anfitrião Auri Bertelli fez o seu discurso finalizando a abertura e colocou os corretores como protagonistas do Brasesul, ressaltando a sensibilidade dos profissionais da corretagem, a importância única que eles têm na vida de cada um de seus clientes e a necessidade de serem aliados para a inovação tecnológica. “As companhias precisam ter em mente que jamais poderão substituir o corretor por máquinas. Mas que devem usar as máquinas para que trabalhem a favor do mais confiável canal de distribuição que há no setor: a força do corretor de seguros”, pontuou Auri.

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