Seguro Rural é ferramenta fundamental no caminho do Brasil para a autossuficiência no cultivo de trigo

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Um dos líderes mundiais na produção de diversas commodities, como soja, milho e arroz, o Brasil tem no seu histórico a necessidade de importar parte de sua demanda interna por trigo. O cultivo do cereal, fundamental para a produção de alimentos consumidos em todas as camadas sociais, como pães, pizzas e massas em geral, sempre foi visto como um desafio pelos agricultores do país. Para suprir essa necessidade estratégica, Ministério da Agricultura (MAPA) e a Embrapa se uniram para desenvolver o cultivo tropical de trigo e colocar o Brasil da trilha da autossuficiência. Entre os principais garantidores desse crescimento está o seguro agrícola.

A parceria entre o MAPA e a Embrapa para intensificar o cultivo de trigo no Brasil prevê uma expansão de 100 mil hectares em área plantada nos próximos 3 anos, com foco na região do Cerrado. O aporte em pesquisa está na casa dos R$ 3 milhões de reais e a expectativa do governo brasileiro é alcançar uma produção acima de 300 mil toneladas na área expandida durante este período. O objetivo final é alcançar, em dez anos, uma produção total de 14 milhões de toneladas, volume que atenderia plenamente a demanda interna do Brasil (12,4 milhões de toneladas) e geraria um excedente para exportação.

A BB Seguros é líder absoluta do mercado de seguros rurais e oferece aos produtores de trigo e de diversas outras culturas o Seguro Agrícola Flex. Esse seguro inclui as conhecidas coberturas de Custeio de Safra, que protege os custos de produção em caso de prejuízos causados por condições climáticas adversas, e de Faturamento, que assegura a receita esperada pelo agricultor, calculada com base na produção projetada e no preço do produto no mercado futuro.

O Seguro Agrícola Flex da BB Seguros também oferece a opção de cobertura por Produtividade, permitindo que um valor fixo seja atribuído à saca do produto segurado no mercado físico. Esse valor será utilizado no cálculo da indenização caso ocorra uma quebra de produção. Para lavouras recém-plantadas e que sofram danos causados por granizo, chuva excessiva ou tromba d’água, e que ainda seja possível replantar dentro do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), o produtor poderá acionar a cobertura de Replantio, caso tenha feito a opção pela sua contratação.

“Tanto a cobertura de Custeio, quanto as de Produtividade e Faturamento asseguram ao produtor a possibilidade de continuar investindo na lavoura ainda que eventos climáticos comprometam a produção. A segurança para os aportes permite que o produtor utilize o que há de melhor em tecnologia de sementes e manejo, aumentando o potencial produtivo da área plantada”, afirma Aline Milani, Gerente Executiva de Portfólio Rural da Brasilseg, uma empresa BB Seguros. Estima-se que só em 2022, o custo dos produtores de trigo com tratamento de sementes, herbicidas, fungicidas e inseticidas foliares foi de R$ 2,4 bilhões.

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