AXA no Brasil apoia  agosto lilás e reforça combate à violência contra a mulher

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Com Assistência Maria, seguradora reafirma seu posicionamento na construção de uma sociedade mais igualitária por meio de produtos e práticas de gestão ESG que promovem a causa

Em agosto, quando se relembra os 17 anos que a Lei Maria da Penha foi sancionada, também é o mês em que todos buscam a conscientização sobre a importância do combate à violência contra a mulher. Esse é o mote do Agosto Lilás, que foi instituído pelo Governo Federal em 2022. A AXA no Brasil adere a essa causa e reforça a sua comunicação sobre o tema, aproveitando a oportunidade também para falar sobre a Assistência Maria, serviço oferecido junto ao seu Seguro de Vida em Grupo e Acidentes Pessoais.

Contribuir para a construção de um mundo onde a mulher possa exercer sua plena potência, sem riscos à sua existência só por ser uma mulher, é um braço muito forte dentro da estratégia ESG da AXA no Brasil. Isso se reflete em políticas de RH e dentro de uma cultura interna muito clara de que a inclusão de gênero para garantir a igualdade de oportunidades e desenvolvimento profissional para todas as pessoas é fundamental para nosso sucesso como companhia. Hoje, as mulheres são a maioria da força de trabalho da AXA no Brasil e representam 52% de todo o time, sendo 51% nos cargos de liderança. A empresa conta com diversas práticas de desenvolvimento de mulheres para posições executivas.

A Superintendente de Vida e Parcerias da AXA no Brasil, Patricia Soeiro (foto), reforça que essa atuação da companhia também se reflete na criação de produtos e estratégias da companhia, como por exemplo a oferta da Assistência Maria, que oferece recursos para mulheres em situação de risco.

Durante o Agosto Lilás, a AXA no Brasil irá reforçar a assistência junto aos corretores, relembrando sobre a importância de se falar sobre o produto como um aliado no combate à violência contra a mulher. Isso porque o benefício permite à segurada que tem acesso a ele que seja criada uma rede de proteção composta por até três pessoas que serão acionadas assim que a usuária estiver numa situação de risco e entre em contato com a ferramenta. Essa rede irá comunicar serviços públicos e privados voltados para os casos de violência, criando uma rede de proteção e buscando auxiliar a pessoa em vulnerabilidade.

As seguradas também têm acesso a um banco de dados com perguntas mais frequentes sobre violência doméstica e podem também ter indicação de advogadas especializadas em violência doméstica conforme sua solicitação e preferências.

“Acreditamos na construção de uma sociedade em que a mulher não corra riscos só pelo fato de ser mulher. Da porta para dentro, temos uma série de práticas ancoradas no ESG com foco no público feminino. Mas como seguradora, acreditamos que precisamos dar o suporte necessário para casos de violência por meio de nossos produtos, mas também cocriamos com o nosso ecossistema um ambiente mais acolhedor para as mulheres. Pautas femininas estão na nossa agenda o ano inteiro. Informação é a chave para a visibilidade e mudança”, completa Patricia Soeiro.

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